Integrantes

Clique nas fotos e conheça os responsáveis pelo balanço da Banda Crioulo Rei.

Lívia Nolla

Vocais

Lívia Nolla

Lívia nasceu e cresceu em um ambiente e uma família muito musicais. Seu pai (o Feijão, baixista do Crioulo Rei) além de músico, sempre foi técnico de som e diretor de palco e ela começou a frequentar shows de grandes nomes da música brasileira desde a barriga de sua mãe, que acompanhava o trabalho do marido. Cresceu e continuou frequentando as coxias dos palcos de shows, turnês, espetáculos e festivais e foi assim que, desde criancinha, soube o que queria da vida: tinha nascido para estar em cima de um palco e de lá ninguém a tiraria.

Em 2009 formou a banda Crioulo Rei ao lado de Vitor Dutra e outros amigos. A banda passou por várias formações até que em 2012 fez uma pausa, quando Lívia morou por oito meses na Europa. Quando retornou retornou ao Brasil em 2013, Lívia juntou se a Vitor e a seu pai para retomar a banda. Com eles vieram Júnior, Raulito e Nono, trazendo experiência em peso ao Crioulo Rei.

Além do canto popular, Lívia estudou dança e teatro. Hoje faz parte de uma companhia de teatro musical e começou a estudar também o canto lírico. Tem planos de escrever suas próprias letras e inseri-las no repertório do Crioulo Rei. enquanto isso escreve para o seu blog, o euliali.wordpress.com.

Nonato Teixeira

Bateria

Kabul

Nascido em Belém do Pará e criado no Rio de Janeiro, Nono, como é conhecido, começou a tocar tambor com 5 anos de idade e nunca mais parou com a música, tornando-se um grande baterista. Integrou a banda Ponte Aérea, que fazia um som autoral e em 1978 veio morar em São Paulo. Tocou com grandes nomes da música brasileira como Raul Seixas, Gal Costa, Jorge Mautner, Sá e Guarabira, Walter Franco, Belchior, Kiko Zambianchi, Amelinha, Zé Rico e Perla. É o responsável pelo Ateliê, espaço cultural onde a banda se encontra uma vez por semana para ensaiar e onde acontecem vários outros encontros musicais há mais de 10 anos.

Junior Pernambuco

Percussão

Kabul

Músico autodidata, o percussionista da banda é natural de Jaboatão dos Guararapes – PE, mas mora em São Paulo há mais de 15 anos. Júnior Pernambuco é também produtor, cenotécnico e técnico de som. Suas influências musicais vão do Frevo ao Mangue Bit e Rock.

Cláudio Feijão

Baixo

Kabul

Vindo de família de músicos, desde cedo teve forte envolvimento com a música e, incentivado pelo pai, estudou contra-baixo acústico na Escola Municipal de Música. Nos anos 70 formou uma banda de rock – o Colírio – junto com seu irmão e seus amigos, no mesmo momento em que se formavam bandas como RPM, Titãs e Ira.

Nesta mesma época começou a trabalhar como roadie dos Mutantes e depois tornou-se técnico de som de grandes artistas como Titãs, Capital Inicial, Djavan e Milton Nascimento, participando de turnês nacionais e internacionais e esporadicamente tocando contra-baixo com os músicos Zé Geraldo, Aroldo Santa Rosa e o maestro Paulo Calazans.

Incentivou sua filha Lívia desde cedo a estudar e seguir carreira na música, até que formaram juntos a banda Crioulo Rei, quando ele trouxe para a banda os seus velhos conhecidos do cenário musical Nonato Teixeira, Raulito Duarte e Júnior Pernambuco.

Rod Jubelini

Voz e Guitarra

Rod Jubelini

Atua na area da música há 14 anos. Suas bandas favoritas são The Kink’s, Steely Dan e The Faces. Os múscos que o inspiram são Lanny Gordin, Gary Brooker, Greg Lake e Frank Zappa. As vertentes/estilos que mais gosta no rock são Blues, Progressive Rock e Anos 60.

Raulito Duarte

Guitarras

Kabul

Raulito Duarte começou sua relação com a música há 50 anos quando seus pais já tocavam violão à noite, bebericando uísque enquanto ele ficava de butuca. Em seus guardados, possui uma foto sua mamando, aos 3 meses, com um violão encostado na cabeceira do berço.

Sua mãe se meteu a dar aulas, mesmo sem saber nada de teoria, até que um dia veio a Ordem dos Músicos e lascou-lhe um bela multa. Resultado: ela teve que aprender tudinho de teoria na marra, mas Raulito resistiu à educação musical e gostava mesmo era de aprender tudo de ouvido, repetindo os acordes que ouvia.

Aos 10 anos ganhou – da sua madrinha e contra a vontade dos pais – a sua primeira guitarra: uma Phelpa. E nessa época tinha medo que a “moda do iê iê iê” fosse uma febre com os dias contados.

Ainda bem que a moda não passou e que Raulito continuou firme e forte na música, já tendo acompanhado grandes artistas, desde Clementina de Jesus, Paulo Vanzolini, Walter Franco, Maria Alcina, Lobão, Zeca Baleiro, Baby do Brasil, Moraes Moreira (do mais recente trabalho com o “Quebra-Cabeça”), Arnaldo Antunes, Nando Reis e Luis Melodia.